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2 problemas com carros flex e como evitar que eles ocorram

problemas com carros flex

Existem alguns problemas com carros flex que podem ser evitados e que, de forma alguma, “removem” os benefícios da compra de um veículo com essas características. A possibilidade de rodar com etanol ou gasolina pode ser determinante em alguns momentos, especialmente quando há diferenças no preço de cada combustível.

Outro fato que deve ser mencionado é que existem muitos mitos acerca desses automóveis. Alguns deles incluem o “motor viciado” — que é quando o carro só aceita um dos dois combustíveis por conta do uso frequente do dono —, e que a troca só pode acontecer quando o tanque estiver vazio.

Em ambos os casos, podemos afirmar que essas práticas são inverdades que não correspondem com a realidade, principalmente porque, em ambas as situações, os veículos apresentam tecnologia eletrônica suficiente para discernir e fazer as correções necessárias no motor para funcionar.

Apesar disso, abaixo, falaremos sobre 2 problemas comuns que podem ser evitados com simples medidas. Pronto para saber mais? Continue a sua leitura até o final!

1. Dificuldade para o reconhecimento de um combustível

Apesar de a tecnologia estar “em dia”, existem alguns cuidados que os donos de carros flex devem ter ao trocar de combustível. O problema mais comum e mais relatado por alguns deles é a dificuldade de o veículo fazer a troca entre a gasolina e o etanol, mas, provavelmente, isso vem da conduta do motorista.

A princípio, os mecanismos de trocas entre os combustíveis dependem dos sistemas eletrônicos do automóvel, que são repletos de sensores e peças que fazem cálculos em tempo real. Isso significa que é preciso ter um intervalo de tempo para que o carro consiga analisar a queima e, em seguida, fazer as alterações da injeção de gasolina (ou etanol) pelos bicos injetores, por exemplo.

Se, por algum motivo, a troca acontecer e o condutor desligar o veículo, pode ser que o carro passe a ter dificuldade para captar e calcular as informações do escapamento e da queima interna. Quando isso acontece, podem ocorrer problemas de performance, como menos força, engasgo e até mesmo dificuldade de funcionamento.

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Apesar disso, o entrave deve ser solucionado ao longo de um breve período de funcionamento. Portanto, não há nada com que se preocupar, desde que os combustíveis tenham boa qualidade.

2. Dificuldade de partida em climas mais frios

Outro problema comum de ser relatado é a dificuldade da partida com o etanol em climas mais frios. Isso ocorre, principalmente, por conta da natureza dos dois combustíveis. A gasolina, quimicamente, apresenta maior facilidade para entrar em combustão em menor temperatura, enquanto o álcool não tem essa mesma capacidade.

Por conta disso, a maior parte dos carros flex apresenta um pequeno reservatório auxiliar a gasolina, que conta com uma bomba integrada. A função é justamente ajudar na partida, fazendo com que esse tanque faça a injeção de gasolina direto no motor.

Para esse sistema funcionar corretamente, é preciso estar com o tanque com mais etanol do que gasolina (as porcentagens variam de acordo com o fabricante). Outra particularidade é que a gasolina colocada nesse reservatório precisa ser trocada periodicamente, caso não seja utilizada.

Em regra, são sugeridos 90 dias para a troca, uma vez que esse combustível sofre com a ação do tempo e perde todas as suas qualidades essenciais para a boa combustão interna.

Seguindo essas orientações, temos certeza de que você não terá problemas com carros flex. Será possível aproveitar os dois combustíveis e todas as funcionalidades do seu veículo sem dores de cabeça.

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