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Quais são as diferenças entre os tipos de direção? Aprenda aqui!

tipos de direção

A indústria automotiva é um dos ambientes mais interessantes para acompanhar a evolução da engenharia. Sendo assim, aproveitamos o momento para elaborar este artigo, compartilhando as principais curiosidades sobre os diferentes tipos de direção.

O objetivo é demonstrar uma visão geral sobre as características de cada sistema, indicando as melhorias de cada tecnologia, em termos de benefício para o motorista e eficiência para o conjunto mecânico. Então, sem demoras, vamos para o conteúdo!

A evolução dos sistemas de direção

Antes de comentar os avanços da nossa era, é importante começar pelo básico: a direção mecânica, um sistema composto por caixa e braços de direção, coluna, árvore, barra e, logicamente, o volante.

Historicamente, essa foi a solução mais popular da indústria automotiva, sendo um projeto simples e barato. O segredo para isso está no esforço mecânico, ou seja, a transferência de força do volante para a roda é feita de maneira direta, sem nenhuma assistência suplementar.

Qual o resultado disso? Carros mais duros e difíceis de manobrar, pois o giro no volante estava diretamente relacionado com a força necessária para girar a própria roda. Sendo assim, as montadoras enxergaram a importância de investir em novas tecnologias, tornando a condução cada vez mais leve, prática e confortável.

O funcionamento dos diferentes tipos de direção

Agora que você conta com uma noção das direções mecânicas e o que motivou sua evolução, chega o momento de conhecer as tecnologias que ultrapassaram esse passado. Veja!

Hidráulica

A primeira evolução lógica surgiu com os sistemas hidráulicos. Além dos componentes que integram a direção mecânica, os veículos com esse sistema passaram a equipar reservatório, fluido, tubulações, válvula de rotação e uma bomba hidráulica.

O objetivo disso é fazer com que, por meio do fluido pressurizado, a força necessária para o giro do volante seja anestesiada. Isto é, o deslocamento da roda não depende mais do input direto da força do condutor, pois esse esforço é complementado pelo trabalho da bomba hidráulica, o que tornou a manobrabilidade dos veículos muito mais leve e prazerosa.

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Elétrica

No entanto, não há tecnologia que resista ao tempo e ao nosso crescente grau de exigência. Sendo assim, engenheiros da Suzuki desenvolveram o primeiro sistema de direção elétrica, que chegou no mercado no fim da década de 1980.

Nesse sistema, não existem bombas hidráulicas, tubos ou fluídos. Na realidade, o projeto se foca na eletrificação do conjunto, tornando o sistema ainda mais confiável — leia-se: à prova das vulnerabilidades comuns do sistema hidráulico, como ruídos, vazamentos e afins.

Em essência, essa tecnologia combina sensores, uma central eletrônica e um motor elétrico junto à caixa de direção. Os sensores leem a intensidade e o direcionamento do giro no volante, passam esses dados para a central, que envia esse sinal para o motor elétrico, que então, age sobre a coluna de direção, tornando o giro uma tarefa livre de esforço.

Inclusive, foi essa a tecnologia que popularizou aquela prática caricata de demonstrar o giro do volante com um único dedo — um argumento que é figurinha carimbada na rotina dos vendedores de automóveis.

Eletro-hidráulica

Por último, destacamos um sistema intermediário. A direção eletro-hidráulica combina componentes de ambos os sistemas. Basicamente, o conjunto mantém todas as peças do sistema hidráulico, mas substitui a bomba por um motor elétrico. Com isso, o sistema acaba se tornando mais confiável do que o hidráulico e mais acessível do que o elétrico.

A importância da manutenção

Na realidade, não importa o sistema que equipa o seu carro, mas sim a sua conduta de responsabilidade e cuidados para com o modelo. Afinal, todas essas tecnologias demandam certo grau de manutenção, sendo fundamental respeitar as recomendações e períodos indicados pela fabricante.

Para encerrar, vale destacar que o mesmo conselho vale para as revisões programadas, que são determinantes para acompanhar a curva de durabilidade de todos os componentes e sistemas no seu veículo. Com essa soma de práticas e cuidados, você garante a extensão da vida útil do automóvel, fazendo com que ele rode melhor e por mais tempo!

E aí, gostou deste post esclarecendo os principais tipos de direção? Lembrou de alguma informação interessante? Então, embarque na discussão e deixe o seu comentário!

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